Preencha aqui seu formulário de amor, faça os exames e descubra se ele é real ou se você é demente.
![]() |
| foto: man ray |
É possível fazer medidas do amor? Você amou primeiro seu pai ou sua mãe? De quem gosta mais? Como saber que sentiu palpitar o mais puro sentimento e não se enganar com outro? Quando surgiu o beijo? Vale mais o amor dos amigos ou o amor de uma única pessoa para qual jurou amor eterno? Como prometer algo que por experiência própria já sentiu não o controlar? Seguir por um ideal é diferente de seguir por amor - a diferença, imagino, que seja da racionalidade para a loucura. Ele nasceu para ser livre, selvagem, e para ser dos outros, vários e vários outros. Isso pois é um sentimento, várias pessoas são certas para recebê-lo. Que vão e vem e se acabam num sopro que recomeça numa nova esquina que você cruza para comprar pão. A graça é que você nunca saberá se foi um amor ou uma alegria ou ainda um arroto, se foi só para você ou se foi recíproco. Mas acredite, ué, é necessário acreditar que se ama, que se ama diferente diferentes pessoas, mas lembre-se: é um salto no escuro.
Enfim, isso sou eu, você na real que sabe da tua vidinha querida, deixo apenas essa advertência do Guia.

Acho tão estranha a ideia de Amor como algo universal, abstrato, que algumas pessoas defendem com unhas, dentes e serrotes. É quase uma entidade do além. E é bonito ver essa gente que dispara frases como as que abriram o post meter os pés pelas mãos quando a coisa sai do terreno da abstração e vai pro caso concreto.
ResponderExcluirGosto de pensar em amores, radicalmente diferentes de pessoa pra pessoa e dentro de cada pessoa.
E o pior que tem umas safras desse negócio que são bem boas. Saudades de sentir pterodáctilos voando dentro do estômago.
esse Amor maiúsculo hein
Excluirué, se gosta de amores diferentes pra cada pessoa por que deveria lhe estranhar um amor abstrato e universal? há, apesar de tudo, algum elemento em comum que os identifique! se não seria amora, não amor
aaah, o amor abstrato e universal... mas essas coisas muito grandes não me interessam tanto. Nunca vou esquecer de um beijo que vi há milhões de anos atrás, quando eu tinha menos de 1,30m de altura. Uma menina ia descer do ônibus e beijou o namorado, um selinho. Mas foi uma cena tão bonita, simples. Aquilo parecia de verdade.
ResponderExcluirSabe se lá quanto tempo eles se aguentaram nessa vida, mas aquilo foi bonito, ao menos na minha lente.
Acho que prefiro sentir amora, parece um sentimento mais mordível.
aah também me encanta a espontaneidade dos atos mais singelos e ternos.
ResponderExcluirsó frisando: "se aguentaram"